segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Playlist de Novembro!

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Há quanto eu tempo eu não fazia uma playlist, hein? Conheci vááárias coisas novas desde a última, então vamos lá! Espero que gostem =)

1- Let It Go - James Bay



Sabe aquelas músicas que você escuta em seriados, em reality show, em lojas e nunca sabe de quem é? Fiquei chocada quando fui escuta James Bay e descobri essa música, e a próxima.

2- Hold Back The River - James Bay



3- Stitches - Shawn Mendes 



Essa tooodo mundo conhece, né?

4- Believe - Mumford and Sons



GENTE ELES VEM NO LOLLAPALOOZA E EU VOU! Se apaixonem como eu e apareçam lá!

5- Snake Eyes - Mumford and Sons



6- First - Cold War Kids



Outra música que toca no coraçãozinho, e TAMBÉM VEM NO LOLLA,

7- Hunger - Of Monsters and Men



Adivinhem? Também vai estar aqui no Brasil em março!

8- Panic Cord - Gabrielle Aplin 



Pensa em uma música fofa.

9- Turning Page - Sleeping at Last



Essa todo mundo deve conhecer por causa de Crepúsculo haha

10- Bad Blood - Ryan Adams




Bom, é isso. Comentem suas favoritas!
Beijos,
Jú 

sábado, 21 de novembro de 2015

Filme "A Esperança - Parte 2"

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Oi, oi, gente! Hoje vim fazer a minha resenha do último filme da trilogia de Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 2. Li essa trilogia bem antes de começar o blog, então acho que não deve existir muitos posts sobre esses livros e filmes. Mas só pra deixar claro: essa é uma das minhas séries favoritas (e sim, vai haver spoilers, então que você ainda não viu TODOS os filmes ou leu TODOS os livros, cuidado)

Jogos Vorazes é um tipo diferente das séries de YA. O foco não é o romance (e mesmo assim ele é incrível), mas sim a guerra, a distopia em si, a crítica explícita a sociedade atual. E, pra mim, os filmes fizeram jus aos livros: acho que é uma das melhores adaptações já feitas (principalmente Em Chamas). Acho que o significado da série foi mantido, e não se tornou uma coisa comercial, e exageradamente romântica, como poderia ter acontecido. Óbvio que tem uma questão comercial e lucrativa, inclusive o marketing dessa trilogia é incrível. Mas pra mim o importante é que não se perca a essência e não acho que isso tenha acontecido, pelo menos não explicitamente. Mas acho que isso parte de cada um pra focar no que considera realmente importante, não é?


Fui ver o final dessa série na quarta-feira, na pré-estreia (que na minha cidade por algum motivo foi 21:15 e não meia noite, mas ok). Como fazia muito tempo que não lia o livro, e não estive muito envolvida nas questões de trailers e tudo mais, minhas expectativas estavam altas, mas eu não sabia muito o que esperar. Eu lembrava muito pouco, mais das mortes mesmo: Prim, Finnick, Boggs, Snow, Coin... Fora isso? Bem, tinha um romance. Mas no final das contas eu estava meio perdida sobre em que ponto a guerra em si estava. Mas pelo que eu me lembrava e o que fui lembrando ao longo do filme, ele foi muito fiel ao livro. Pontos que eu não gostava no livro, continuei não gostando no filme, e meus momentos favoritos foram mantidos.

Sobre as atuações: é claro, não podia ser diferente, todos os atores foram maravilhosos. Josh Hutcherson foi um Peeta maravilhosamente distorcido, partiu meu coração. Jennifer Lawrence não podia ter sido uma Katniss melhor. Liam Hemsworth e todos os secundários foram maravilhosos, como eu já esperava. Mas, pra mim, o destaque foi Jena Malone, que interpretou a Johanna. Que personagem maravilhosa é a Johanna, não? O sarcasmo, a fúria, a sinceridade, ela roubava a cena cada vez que aparecia. No livro eu não gostava tanto dela, mas no filme foi provavelmente minha personagem favorita.



O aspecto artístico do filme, das filmagens e tudo mais, achei maravilhoso. Vou confessar que fiquei meio perdida no filme, mas na maioria das vezes isso se corrige quando assisto pela segunda vez. Mas o figurino, maquiagem, cenário, efeitos especiais como sempre foram incríveis.

Gosto mais de algumas séries do que dessa, mas pra mim Jogos Vorazes tem que ser eleita a cena mais foda e inteligente. A questão da emoção e da personalidade dos personagens é tão bem caracterizada que me impressiona. A crueldade de Snow, gente. Depois de preso, condenado, ele ainda consegue tortura Katniss ao contar que na verdade as bombas que mataram sua irmã não eram da Capital, mas de seu próprio lado. E o entendimento entre os dois sobre o objetivo de Coin, os olhares trocados entre Katniss e Haymitch ao aceitar os novos Jogos Vorazes para que Coin achasse que eles estavam do seu lado, a questão da mídia que é tratada tão bem e de maneira realística...



Acho tudo tão perfeito que nem sei se consigo expressar bem.

Minhas cenas favoritas foram várias: quando Katniss mata Coin, a morte de Finnick (que, aliás, foi a única que me fez chorar), a cena com Buttercup, o casamento de Finnick e Annie, a parte do "real ou não real?"... Foram tantas cenas lindas e perfeitas que só agora consigo perceber o quanto amei de verdade.  Senti falta de alguns personagens como Haymitch e Effie, que ficaram de fora da ação, mas tenho que comentar, aquele beijo do final NÃO estava no livro, mas foi incrível, não? Realização de muitas fanfics por aí haha

Tenho que admitir que o epílogo não me agradou tanto. No livro gostei porque não foi algo tão concreto, sem diálogos, mais uma explicação e uma finalização do que realmente uma cena. Entendo que é difícil fazer isso no filme, mas gostaria que o epílogo fosse algo mais amplo, menos idealizado de certa forma.

Mesmo assim, "há jogos piores para se jogar", não é?

Quero reler os livros e rever os filmes para voltar a me envolver com essa história como era antes. As circunstâncias não permitiram que fosse assim, mas essa série vai ser sempre uma das minhas favoritas pela sua essência, pela sua realidade, pela sua emoção... Toca no meu coração, gente, e acho que é isso que mais me encanta na leitura.

Falei pouco do romance, eu sei, mas não deixei de adorá-lo. Inclusive achei o Gale insuportável nesse filme, mas pelo menos na última cena dele, consegui ver seu arrependimento, sua realização de que sua bomba tinha sido o fim: para aquilo não havia perdão. Como já disse, Josh Hutcherson foi maravilhoso, e o Peeta sempre vai ser um dos meus personagens favoritos por causa da sua gentileza, do seu altruísmo...



Me dá uma tristeza saber que "acabou", mas quem sabe a gente consegue um livrinho sobre os jogos do Haymitch? Essa cena foi cortada em Em Chamas e era uma das minhas favoritas. Não custa sonhar, não é?

Bom, gente, é isso. Se você ainda não leu os livros recomendo muito, assim como os filmes.
E vocês que já viram, o que acharam?
Beijos,



sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Resenha: O Mar Infinito

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Oi,oi, gente! Quanto tempo, não é? Bom, como uma boa parte de vocês deve saber, o ENEM finalmente passou! Não há muito mais o que fazer agora, a não ser esperar o resultado. Então, estou livre para postar, depois de tanto tempo focada nos livros (no tipo ruim de livro haha)! E minha primeira missão, foi terminar O Mar Infinito, do Rick Yancey, o segundo livro da trilogia que começou com A Quinta Onda. Não fiz uma resenha desse livro aqui no blog, pois li antes dele existir. Então, como esse é o segundo livro na trilogia, vai haver spoilers, ok? Mas vamos lá!

Primeiramente tenho que admitir que não lembro muito sobre esse livro, pois comecei a lê-lo em junho, e só terminei ontem. Então claro que não vou comentar aqui pontos específicos, pois não lembro muito bem, mas vou tentar passar para vocês a minha impressão do livro e seus pontos principais.

Gostei mais do primeiro livro do que desse, por motivos de ter mais ação, mais coisas acontecendo que faziam com que fosse impossível parar de ler. Esse é um pouco mais calmo, o que não te envolve tanto na narrativa. Mesmo assim, uma das maiores qualidades dessa trilogia pra mim, é a maneira de escrever do autor. É uma escrita que te faz pensar. Você pensa junto com os personagens, e descobre o que tem que descobrir por meio deles e de suas experiências. Nada fica completamente claro, e por mais que isso irrite às vezes (como sou lerda, algumas vezes os personagens pensavam mais rápido que eu, e eu acabava perdida haha), é muito interessante.

Isso leva ao aspecto mais louco do livro: você não consegue saber o que é verdade. Existem mil possibilidades para cada fato descoberto, e até o que você já acreditava, pode ser questionado. Por que esses alienígenas estão nos matando de maneiras cruéis, quando seria muito mais fácil jogar um meteoro no planeta e acabar com isso? Por que eles correriam o risco de habitarem um corpo humano, tão fraco, com tantas falhas? Há mesmo alienígenas? Como saber se não são apenas governantes que decidiram que os recursos da Terra simplesmente não eram o suficiente, e resolveram eliminar a maioria, tornando mais fortes os que conseguirem sobreviver? Mas como saber se os governantes que fizeram isso não estão dominados por alienígenas?

Não sabemos de nada. Não podemos confiar em ninguém.

Os alienígenas (ou seja lá quem esteja por trás disso tudo) tornou até o seres mais fracos, as crianças, em armas. Se não podemos confiar em crianças, em quem confiaríamos? Mas ao mesmo tempo, como é possível sobreviver sozinhos?

Minha cabeça quase explodiu ontem com o tanto de possibilidades, gente.

Sobre os personagens: acho Cassie uma personagem muito sensata e humana, mas, como a maioria dos personagens principais, ela me dá nos nervos às vezes. Acho que ela vai acabar com Evan, e não com Ben. Sobre esses dois, gosto muito mais de Ben do que de Evan. Não sei se é a aura de eterno romântico do Evan que me irrita (o que é estranho, porque eu sou uma romântica fora dos limites) ou se é o charme inacreditável do Ben que faz com que seja assim, mas é. Sobre os personagens secundários, tipo Dumbo e os outros, sinceramente sou meio indiferente. Pode ser só porque não lembro muito das suas personalidades, mas vamos ver.

E, é claro, temos a Especialista. Personagens como ela (fortes, intocáveis, quietas e sem emoções) me irritam profundamente, mas, nesse livro, não consegui desgostar completamente dela. Ela foi tão foda (e não consigo encontrar outra palavra pra descrever) que é impossível não admirar. Com o 12 sistema então, ela vai sambar na cara do Evan. E o quão fofo foi seu romance com Navalha? Ele foi um dos meus personagens favoritos nesse livro, me conquistou com toda a sua doçura. Realmente espero que ele não esteja morto.

No geral, gostei muito desse livro e mal posso esperar pela continuação, que só sai em maio do ano que vem, nos EUA. Por outro lado, temos um filme (surprise, surprise) de A Quinta Onda que vai ser lançado no dia 14 de Janeiro, em que a Chloe Moretz faz o papel de Cassie.


Bom, gente, espero que tenham gostado. Comentem se vocês já leram o livro e o que acharam!
Beijos,

domingo, 26 de julho de 2015

TAG | Divertida Mente

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Oi, gente! Então, hoje vim fazer uma TAG que vi esses dias pelo YouTube e achei uma gracinha. A TAG é inspirada nesse filme meiguíssimo da Disney que vocês já devem ter ouvido falar, o Divertida Mente. Assisti essa semana e me apaixonei <3 Então, vamos lá:

 Alegria : O livro que mais te traz felicidade.



Olha, eu diria Harry Potter, mas vamos mudar um pouquinho, né? Então tenho que dizer Anna e o Beijo Francês, da Stephanie Perkins. Gente, que livro maravilhoso. Quem já leu sabe que o livro inteiro é arco-íris, tudo colorido, doce, fofo e engraçado. Se você tá meio mal, leia. Na verdade, leia qualquer um da Stephanie Perkins, garanto que seu dia vai ficar mais alegre e colorido <3


Nojinho : O livro mais nojento que você já leu.


Pra ser sincera, nunca li nenhum livro que me deixou com nojo. Mas um que tinhas as descrições meio... detalhadas, foi O Trono de Vidro (resenha aqui ). Mas, convenhamos, é um livro contado por uma assassina, né? Acho que as descrições mais nojentinhas já eram esperadas.

 Medo : O livro que mais te assustou.


Com certeza, Os Videntes, da Libba Bray. Assustou tanto que não consegui terminar. Estava até gostando da história, mas o livro estava me causando certos problemas pra dormir à noite, então acabei largando haha
Mas espero criar coragem e terminar algum dia desses!

 Tristeza : O livro que mais te fez chorar.



Um só? Gente, eu sou chorona, então vários livros se encaixam aqui. Pra citar alguns: A Culpa é das Estrelas, Quem é você, Alasca?, Convergente, Princesa Mecânica, Eleanor & Park... Eu choro muito lendo, deu pra entender, né?
 
 Raiva : O livro que te deixou irritada. 



Nesse vou falar dos três livros que mais me irritaram: Um Caso Perdido, A Maldição do Tigre e Cartas de Amor aos Mortos. Todos me irritaram pela mesma razão: protagonistas insuportáveis. Já falei um pouco mais deles nesse post.

Bom, gente, era isso a TAG! Eu achei divertida, espero que vocês tenham gostado.
Beijos,

Participe do livro "OUTRORA - CONTOS DISTÓPICOS" - Inscrições abertas para o envio de textos

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"Até 31 de agosto de 2015, a Andross Editora estará recebendo contos distópicos para publicação no livro OUTRORA”
 
A Andross Editora está recebendo contos sobre distopia para publicação no livro "OUTRORA — CONTOS DISTÓPICOS”, a ser lançado em novembro de 2015 no evento Livros em Pauta.

Qualquer pessoa pode participar. Basta acessar o site www.andross.com.br, ler o regulamento de participação e submeter seu texto à avaliação. As inscrições vão até 31 de agosto de 2015.


Todos os autores que forem aprovados para publicação nessa coletânea automaticamente concorrerão ao STRIX, prêmio criado e concedido pela Andross Editora aos autores cujos textos mais se destacarem em suas coletâneas. O processo de votação encontra-se no site da editora.

Prêmio STRIX

SINOPSE DO LIVRO:
O sonho de um mundo ideal não existe mais. Outrora, instaurou-se o caos, desencadeado pela ignorância e pelo mau comportamento humano. O totalitarismo oprime as massas, vigia seus atos e as pune sem misericórdia. Nesse universo distópico, habitam políticos amorais que, explorando a estupidez coletiva, guiam a sociedade à falência de uma história digna e ao abandono da esperança. Neste livro, contos de mundos sem cores, sem vida, sem lucidez, farão o leitor refletir sobre a sociedade em que vivemos. Depois de ler OUTRORA, você se dará conta de que sua vida simples e cotidiana é uma dádiva almejada por muitos, mas conquistada por poucos.



 

SERVIÇO: 
Livro:Outrora  - Contos distópicos” 
Organização:  Paola Giometti
Envio do texto: até 31/08/2015
Lançamento: 28 de novembro de 2015 (no evento Livros Em Pauta
Regulamento: no site www.andross.com.br 
Realização: Andross Editora






Abaixo, segue uma entrevista do editor da Andross sobre o processo de publicação. 
Vale a pena assistir.
  

Então, gente, vou aproveitar pra contar pra vocês que eu participei de duas das últimas coletâneas da Andross, o livro De Repende, Nós e Viagens de Papel. Infelizmente não pude participar muito dos eventos de lançamento e tudo mais, por falta de tempo e essa vida de estudar para o Enem, mas mesmo assim, sonho realizado, né? Então se você tem vontade, envie seu texto! 

Beijos, 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Sobre o filme de "Cidades de Papel"

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Oi, gente! Então, mais uma adaptação de livro foi lançada, e foi a vez de Cidades de Papel ganhar vida. Eu acompanhei o lançamento do trailer e do poster, e da divulgação em geral e, vou confessar, nem estava preocupada com o fracasso. Eu tinha certeza de que seria bom. Com exceção do poster, tinha adorado o trailer tudo que eles tinham liberado. Infelizmente, o filme não foi tudo que eu esperava.


Primeiramente, sobre os atores e seus personagens. Se eles acertaram em alguma coisa, foi no elenco. Amei todos os atores, menos (não atirem pedras!) a Cara Delevigne. Nada contra ela, pelo contrário. Só não achei que ela se encaixou muito no papel de Margo. Em compensação, Nat Wolff, Halton Sage, Justice Smith e Austin Abrams (respectivamente, Quentin, Lacey, Radar e Ben.) foram maravilhosos, e incorporaram os personagens perfeitamente. Destaque para o Ben que foi exatamente como eu imaginei nos livros.


O problema mesmo do filme foi o ritmo lento. No livro, funcionou, pelo menos pra mim. Já no filme, algumas cenas não conseguiram me deixar animada. Houve algumas mudanças que eu não gostei muito, e algumas cenas que eu gostava que foram cortadas. Claro, já é o esperado, e normalmente eu sou bem compreensiva, mas dessa vez não deu muito certo pra mim.

Acho que, no final das contas, eles conseguiram passar a mensagem do livro, só não de um jeito legal e espontâneo como foi no livro. Senti que algumas cenas não fluiram, foram meio forçadas, e isso me incomodou. 



Uma coisa que eu gostei bastante foi da trilha sonora. Houve muitas músicas boas, principalmente na hora da Van. Minha favorita é Burning do The War on Drugs.




Cidades de Papel é um filme engraçado, com aquelas lições de vida que eu amo, e aquele final típico John Green que eu também amo. A execução não foi das melhores, mas é um filme aproveitável, principalmente, acredito, se você não tiver lido o livro ainda.

Ah! Tem uma surpresinha no meio do filme que, ó, me deixou muito feliz haha

E vocês? Curtiram o filme?

Beijos!

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Sobre o SAT

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Oi, gente! Hoje vim falar de um dos tópicos que foi assunto de um dos primeiros posts do blog, em que eu falei sobre estudar no exterior. Sim, fui em frente com a ideia! haha E um dos primeiros passos para tentar ser aceito, é fazer os testes, o SAT ou o ACT. No meu caso, optei pelo SAT por nenhuma razão, foi uma escolha aleatória mesmo.

Pois bem, o primeiro passo foi fazer a inscrição no site do College Board. Caso forem fazer, não deixem de olhar a data limite para se inscrever, e eu sugiro que façam o mais cedo possível, pois as vagas esgotam. Ou seja, para mim, o melhor seria ter feito a prova em maio, em São Paulo. Mas esperei muito tempo para fazer a inscrição, e quando fui fazer, todas as escolas em São Paulo já estavam cheias, e eu teria que fazer em Brasília, ou no Rio (optei por fazer na data seguinte, no dia 6 de Junho.).

Tenham em mente que a taxa para fazer a inscrição não é barata, então não façam apenas como um teste, ou algo do tipo. É bom investir, pra não gastar dinheiro atoa. Eu comprei o SAT Study Guide, e acho que foi muito bom, pois nele você pode fazer provas antigas, e eles explicam direitinho como funciona a nota e cada seção da prova.

Mas, afinal, como foi? Olha, achei a prova de nível médio. Nada super difícil, mas não muito fácil. O que complica mesmo é o tempo. Gente, tinha seção que eram 20 questões em 20 minutos. No total, foram 170 questões, mais uma redação, em 3 horas e 45 minutos. Faz o ENEM parecer super fácil, né? haha Se não fosse por isso, acho que seria bem mais fácil.



O modelo da prova é bem diferente do ENEM, aliás. Cada seção é cronometrada, e você não pode começar outra seção até que o tempo acabe para a anterior. Temos uns três intervalos pequenos para lanche, e a prova toda é feita a lápis. Uma coisa que achei boa em todo esse acompanhamento da prova, foi que eles fizeram passo a passo do gabarito com a gente. E como sou neurótica em errar coisas no gabarito, foi ótimo haha Ah, e todo mundo só fala inglês. A instruções, a prova, os professores, tudo em inglês.

O resultado saiu dia 30 do mesmo mês (sim, muito rápido). Meu total foi de 1600 em 2400, o que é a média dos americanos, mas impossível para entrar nas escolas mais concorridas, como Princeton e UPenn. Ainda assim, não custa tentar, não é? Assim que passar o ENEM (que é meu foco principal no momento.) vou fazer o TOEFL, e começar a correr atrás dos outros documentos, como histórico escolar, cartas de recomendação e redações.

Não sei se vocês tem interesse nesse tipo de coisa, mas pra mim é bom fazer esses posts, pois me ajudam a lembrar de tudo que tenho que fazer. E caso alguém tenha interesse, bom, espero que ajude!

Beijos, Jú

sábado, 18 de julho de 2015

Playlist de Julho!

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Oi, oi, gente! Já vou começar me desculpando pela ausência (foram quase dois meses!). O motivo vocês já conhecem, mas agora estou de férias, e isso significa muitos posts, certo? Bem, pelo menos eu espero que sim. Resolvi começar com uma nova playlist, já que nos últimos tempos descobri algumas novas músicas. Então, vamos lá:

1- Fidelity - Regina Spektor



2- Eet - Regina Spektor



3- Make You Mine - Family of the Year


4- Beggin for Thread - BANKS 


5- Sweater Weather - The Neighbourhood


6- Smile - Mikky Ekko


7- Every Little Thing She Does Is Magic - The Police


8- Suburban War - Arcade Fire



9- Riptide - Vance Joy



10- Slow Emotion Replay - The The



Bom, gente, é isso por esse post! Espero que gostem das músicas, tentei variar os estilos, mas não sei se consegui muito haha

Beijos,

domingo, 24 de maio de 2015

Sobre a série "Shadowhunters"

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Oi,oi, gente! Quanto tempo, né? Mas bem, vim falar hoje sobre a série de TV sobre Os Instrumentos Mortais. Depois daquele filme que decepcionou a maior parte dos fãs, vamos ganhar uma segunda chance de ver a adaptação dos livros. Antes de opinar no elenco, vou dizer que eu adorei a ideia de fazer uma série! Acho que vai ser melhor desenvolvida, e parece que eles estão investindo nisso mesmo. Além disso, gostei de eles chamarem a série de Shadowhunters, pois assim a série abrange o universo todo, ou é o que eu espero (quem sabe, se tudo der certo, conseguimos uma adaptação de Peças Infernais?).

Mas bom, uma das partes mais polêmicas de qualquer adaptação, é o elenco. Então vou falar um pouco o que achei dos atores, e fazer uma comparação com os do filme, porque não dá pra não comparar, né?

Clary Fairchild - Kat McNamara 

No filme, quem interpretou a Clary foi a Lily Collins. Eu não gostava particularmente dela como Clary, não tinha muito a ver com o que eu tinha imaginado, mas era aceitável. Adorei a Kat, achei que ela é a cara da Clary. Sobre o cabelo, sim, ela vai ficar ruiva para o show. Inclusive já ficou. O ruivo dela é um tom mais claro do que o da Lily, e mais alaranjado, mas eu gostei. Acho que ela vai ser uma ótima Clary! Além disso, ela vai estar no próximo filme de Maze Runner.











Jace (vamos deixar sem o sobrenome, porque né) - Dominic Sherwood 

Olha, eu gostava muito do Jamie Campbell Bower como Jace, mas o Dominic Sherwood conseguiu superar minhas expectativas. O medo de quem ia interpretar o Jace era geral, mas acho que o Dominic conseguiu agradar, pelo menos a mim. Ele estava na adaptação de Academia de Vampiros, mas a maioria deve conhecê-lo pelo clipe da música Style, da Taylor Swift. Existe uma certa polêmica com relação a cor (cores?) dos olhos dele, já que o Jace tem olhos dourados por certos motivos. Sinceramente, não ligo muito, Acho até legal essa coisa de ele ter só uma parte do olho castanho, acho que dá a impressão de que ele mexeu com mágica e isso aconteceu haha

Simon Lewis - Alberto Rosende 

Bom, gente, com o Simon, é um pouco complicado pra mim. Eu era (sou!) apaixonada pelo Robert Sheehan, que interpretou o Simon no filme. Acho ele perfeito como Simon (e como pessoa, vamos combinar.), então eu duvidava que alguém fosse conseguir superá-lo. O Alberto Rosende não conseguiu superar. No começo eu não gostei nem um pouco dele, mas com os óculos e vendo as fotos do elenco, estou começando a aceitar. Mesmo assim, preferia o Robert :x











Isabelle Lightwood - Emeraude Toubia

No filme, quem interpretava a Isabelle era a Jemima West. Eu gostava bastante dela, mas adorei a Emeraude Toubia. Achei ela bem a cara de Isabelle, e fiquei super feliz, porque a Isabelle é possivelmente minha personagem favorita. Houve certa polêmica com ela e com o Alberto por eles serem latinos. Sinceramente, não vejo problema algum, contanto que eles consigam fazer o bom sotaque americano!












Alec Lightwood - Matthew Daddario

Gente, eu AMEI o Matthew Daddario como Alec. E, sim, ele é irmão da Alexandra Daddario! Eu já não gostava do Kevin Zegers como Alex, achei ele muito velho e, não sei, só não captava muito a essência do personagem. Mas eu estou completamente apaixonada pelo Matthew, ele é exatamente como eu imaginei! Possivelmente é meu ator favorito até agora.













Magnus Bane - Harry Shum Jr

E já que a gente falou de Alec, vamos falar de Magnus! No filme ele era interpretado pelo Godfrey Gao. Eu gostava bastante da aparência dele, mas a atuação não foi das melhores. Gostei do Harry Shum Jr, acho que ele tem uma carinha de Magnus e acho que ele combina com o Matthew. Muita gente deve conhecer ele de Glee, mas eu nunca acompanhei a série, então não conheço muito da atuação dele pra falar. Vamos esperar que ele faça jus ao Magnus!










Luke Garroway - Isaiah Mustafa

Eu não gostava muito do Luke do filme, e infelizmente não gostei muito do Isaiah Mustafa. Sempre imaginei o Luke um pouco mais... Meigo? Não sei, mas ele me parece muito agressivo (?). Luke tem uma livraria, gente, e esse cara não parece ler, não. E eu vi um vídeo dele falando e a voz dele é muito grossa, me assustou. Torcendo pra que ele consiga me convencer!













Jocelyn Fairchild - Maxim Roy

Honestamente, eu nunca tive uma imagem muito nítida de como seria a Jocelyn. A do filme me agradou, e também gostei da Maxim Roy. Ela é bem bonita e tem cara de Jocelyn, então, aprovei!















Valentine Morgenstern -  Alan Van Sprang

Quem aí lembra do Valentine do filme? Aquele que parecia ter saído do filme de Piratas do Caribe? É, bom, aleluia eles conseguiram acertar dessa vez. Alan Van Sprang será o novo Valentine, e eu achei ele perfeito. Tem cara de vilão, e inclusive interpreta(va) um em Reign. Acho que ele vai ser ótimo!














Bom, gente, por enquanto é isso que temos por enquanto. Estou morrendo de curiosidade pra ver quem vai interpretar o Sebastian, apesar de ele só aparecer no terceiro livro. No geral, gostei muito do elenco, e acho que essa série vai ser incrível (ou pelo menos eu espero!). Sei que eles fizeram algumas mudanças, como envelhecer um pouco os personagens (enquanto no livro eles tem 16/17, no filme eles vão ter em torno de 20, se não me engano.), mas acho que vai funcionar.

E vocês, o que acharam?
Beijos,

domingo, 3 de maio de 2015

Resenha: A Lista Negra

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Essa é a história de Val e Nick. Eles são dois adolescentes que se conhecem no primeiro ano do ensino médio e se identificam de imediato. Val convive com pais ausentes, que brigam o tempo todo e só criticam suas roupas e atitudes. Nick tem uma mãe divorciada que vive em bares atrás de novos namorados. Os dois são alvo de bullying por parte de seus colegas do Colégio Garvin. Nick apanha dos atletas e Val sofre com os apelidos dados pelas meninas bonitas e populares. Ambos compartilham suas angústias num caderno com o nome de todos e tudo que odeiam, criando um oásis, um local de fuga, um momento de desabafo, pelo menos para Val. Já Nick não encara a lista e os comentários como uma simples piada. Há alguns meses, ele abriu fogo contra vários alunos na cantina da escola. Atingida ao tentar detê-lo, Valerie também acaba salvando a vida de uma co¬lega que a maltratava, mas é responsabilizada pela tragédia por causa da lista que ajudou a criar. A lista das pessoas e das coisas que ela e Nick odiavam. A lista que ele usou para esco¬lher seus alvos.
Olá! Finalmente, gostei de um livro. Esse foi minha prima que escolheu pra mim, então agora só vou ler os livros que ela mandar! Antes de começar a resenha, quero me justificar com relação a um outro livro. Como vocês devem saber, li Trono de Vidro e adorei. Infelizmente, a sequência, Coroa da Meia-Noite, não funcionou pra mim. Nem consegui terminar de ler, e é por isso que não vou fazer uma resenha.

Mas, vamos focar em A Lista Negra.

O livro conta a história de Valerie Leftman, Nick Levil, e, pra mim, de muitas outras pessoas. Depois de Nick atirar em vários colegas da escola, inclusive Valerie, e em seguida, se matar, a garota tenta lidar com seus conflitos internos e externos. Sendo culpada por muitos por ter iniciado a Lista Negra que Nick usou para escolher seus alvos, Valerie está perdida, sem saber como se sentir, como agir, ou o que pensar de si mesma. 

Esse é um livro parado. Fora a tragédia principal, o livro é feito mais de emoções e sentimentos, tanto de Valerie para com os outros, quanto dos outros para com ela. Esse foi um dos aspectos que mais gostei. Nunca passei por nada parecido, e só Deus sabe como eu reagiria se algo do tipo acontecesse, mas acredito que a reação de Valerie foi apropriada, e muito bem desenvolvida. Seria certo culpar-se por não perceber os planos de alguém tão próximo quanto seu namorado? Ou seria ela uma vítima como todos os outros alunos? E que tipo de pessoa era Nick, realmente? Poderia uma pessoa ter dois lados tão opostos, um tão bom, mas outro tão cruel?

Nick amava Shakespeare, principalmente Hamlet. Já disse que adoro referências, mesmo que não entenda ao que elas se referem. Morte e suicídio eram tópicos frequentes nas conversas entre ele e Valerie, mas pra ela, era só uma brincadeira. É horrível que eu ame Nick? Não acho que seja, mas vou me justificar. Amo-o como personagem, por ser tão misterioso e tão real ao mesmo tempo. Amo que podemos ver seus dois lados. As vezes, a vida torna pessoas boas, em pessoas ruins. É por isso que não odeio Nick, e entendo o porquê de Valerie nunca poder: Nick é digno de pena, por ter deixado de ser o que era, ou deixado que um lado seu que devia ser reprimido, tomasse conta. Ele matou muitos, e matou a si mesmo. E, ao mesmo tempo que gosto de pensar que o entendo, sei que nunca vou. O que passava por sua mente é somente dele.

Valerie fez algumas decisões ruins na vida, e ela sabe disso. Sabe que lidou da maneira errada com muitas situações. Achei incrível como a autora expressou isso na escrita, como pudemos sentir genuinamente as sensações, a confusão, o medo, a vergonha, a saudade e todos os outros mil sentimentos de Valerie. Disse no começo que achava que essa era a história de muitos. Digo isso pois, diferentemente de muitos livros, apesar de estarmos completamente envolvidos por Valerie, não somos privados das vidas daqueles com quem ela se envolve. E, assim, temos diversas perspectivas e reações ao acontecimento, e cada personagem parece ser importante, pois ele estava presente. Porque foi afetado.



Achei interessante a autora não ter introduzido um interesse amoroso, e adorei a mudança. Eu particularmente gosto de romances, mas sinto que se houvesse muito disso nesse livro, seria inapropriado. Valerie mal consegue se decidir como se sente em relação aos pais, quanto mais em relação a algum garoto.

Se ainda não consegui me expressar bem, vou ser direta e dizer que amei esse livro, e entendo perfeitamente porque tantas pessoas amaram. Com A Lista Negra, vi que as pessoas são egoístas. Mas vi também que uma mesma pessoa pode ter vários lados, e basta pressioná-la para que o lado melhor supere o pior. "E como sempre há tempo para a dor, também sempre há tempo para a cura." E a vida segue.

Bom, gente, é isso. Vocês já leram A Lista Negra? Se não, recomendo muito!
Beijos,

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Sobre adaptações de livros

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Olá! Sim, estou viva e, mais uma vez, peço desculpas pela ausência e me justifico da mesma maneira de sempre, mas enfim. Hoje vim falar de adaptações de livros, seja em filmes ou seriados.

Não parece que hoje todo livro está sendo transformado em filme? E na verdade, não sei como me sinto em relação a isso. Tem livros que você consegue visualizar na tela do cinema, e não tem nada melhor do que vê-lo sendo adaptado. Mas acho que com certos livros, sou tipo a Hazel de A Culpa é das Estrelas, com Uma Aflição Imperial: quero que eles sejam meus, e meus somentes. E parece egoísta, querer manter uma história tão incrível em segredos, dividindo-a com apenas um grupo mínimo de pessoas. Mas é assim que eu me sinto, por exemplo, com Quem é você, Alasca?, que é meu livro favorito do John Green e possivelmente um dos meus favoritos da vida.

Quem é você, Alasca? é uma história diferente, que foge ao senso comum, e, por isso, nem todos gostam. Mas se você consegue apreciá-la de verdade, é fácil de te conquistar. O que mais tenho medo, é de que esse livro se torne como A Culpa da Estrelas: um clichê romântico. Sim, é um romance meio clichê, se você não conseguir absorver o que ele tem para oferecer. Mas não quero que ele se torne um filme idiota, pelo qual milhares de pessoas vão se apaixonar e sair citando as citações que eu chamei de favoritas primeiro. Egoísta? Sim, e até um pouco idiota. Mas eu pessoalmente já não aguento mais ouvir alguém falando "Okay? Okay.". Perdeu toda a magia.

Livros como esse, e Cidades de Papel, e Eleanor & Park, ao meu ver, deviam ser deixados em paz, em toda a sua perfeição. Vou assistir os filmes? Claro. Vou esperar ansiosamente? Com certeza. Mas se for ruim, e, principalmente, se perder o significado, vou mandar arrancar algumas cabeças.


Porém, tem aqueles livros que parece que "nasceram" para virarem filmes, não? Pra mim é o caso de Jogos Vorazes. Tem alguém aí que não gosta dos filmes de Jogos Vorazes? Por que pra mim, eles são o exemplo perfeito de como adaptações deveriam ser feitas. Eu posso dizer com certeza que gosto tanto dos livros, quanto dos filmes, e isso é raro.

Mas talvez a coisa mais triste seja quando um livro maravilhoso, tem um filme vergonhoso, e, sim, estou falando de Percy Jackson. E também de Instrumentos Mortais, e, mais recentemente, Insurgente. Não sou extremamente exigente com adaptações. Não ligo se a cor do olho mudar, se algumas cenas forem cortadas, ou coisas do tipo. Mas por favor, filmes, façam jus aos livros que vocês estão adaptando, e lembrem-se que vocês só estão sendo feitos por causa dos fãs dos livros, que amam a história dos livros. Mudanças sempre são bem vindas, contanto que sejam pertinentes, e melhorem o enredo. Cortes são necessários, contanto que ocorram em partes que não afetam o desenvolvimento dos personagens e da história.

Alguns desses filmes talvez fosse melhor que nem tivessem existido, ou pudessem ser refeitos, não é? Atualmente, a felicidade da minha vida é que Instrumentos Mortais vai virar uma série de TV, o que eu acho uma alternativa incrível, tanto como primeira opção de adaptação, quanto para uma segunda chance. Mas não que eles sejam imunes ao desastre, não é? Vocês assistiram ao pilot de A Seleção? Se não, ainda bem. (Mas, no caso de vocês quererem assistir, vou deixar aí embaixo.) Então, o contrário pode sim acontecer, já que agora A Seleção vai virar filme!



Bom, gente, só queria abrir uma discussão sobre um assunto que parece causar muitas reações diferentes. Então, o que vocês acham?

Beijos,

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Wishlist (Por motivos de bloqueio criativo)

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Oi, gente! Continuo sumida, eu sei. E continuo sem criatividade. Resolvi fazer uma nova wishlist, já que a última que fiz foi no começo do ano e desde então, claro que eu me interessei por novos livros. A maioria é lançamento, então vocês devem reconhecer os títulos! Vamos lá:


1- A Playlist de Hayden

Depois da morte de seu amigo, Sam parece um fantasma vagando pelos corredores da escola o que não é muito diferente de antes. Ele sabe que tem que aceitar o que Hayden fez, mas se culpa pelo que aconteceu e não consegue mudar o que sente
Enquanto ouve música por música da lista deixada por Hayden, Sam tenta descobrir o que exatamente aconteceu naquela noite. E, quanto mais ele ouve e reflete sobre o passado, mais segredos descobre sobre seu amigo e sobre a vida que ele levava.“A Playlist de Hayden” é uma história inquietante sobre perda, raiva, superação e bullying. Acima de tudo, sobre encontrar esperança quando essa parte parece ser a mais difícil.
Ando ouvindo taaanto sobre esse livro! Adoro livros com temas musicais (já falei de A Playlist da Minha Vida) e, na verdade, qualquer livro com esse clima de "descobrindo quem você realmente é" e tal.

2- Feita de Fumaça e Osso

Pelos quatro cantos da Terra, marcas de mãos negras aparecem nas portas das casas, gravadas a fogo por seres alados que surgem de uma fenda no céu. Em uma loja sombria e empoeirada, o estoque de dentes de um demônio está perigosamente baixo.E, nas tumultuadas ruas de Praga, uma jovem estudante de arte está prestes a se envolver em uma guerra de outro mundo.O nome dela é Karou. Seus cadernos de desenho são repletos de monstros que podem ou não ser reais; ela desaparece e ressurge do nada, despachada em enigmáticas missões; fala diversas línguas, nem todas humanas, e seu cabelo azul nasce exatamente dessa cor. Quem ela é de verdade? A pergunta a persegue, e o caminho até a resposta começa no olhar abrasador de um completo estranho.
Já falei que livros de fantasia foram os que me iniciaram no mundo da leitura, e, apesar de muitos desse gênero terem me desapontado recentemente, e apesar de eu saber que meu gosto mudou, eu continuo insistindo. Muita gente me fala bem desse livro e eu preciso ler, nem que seja pra poder falar que não gostei.


3- A Mais Pura Verdade

Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal. Ele tem um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha.Mas, em certo sentido um sentido muito importante, Mark não tem nada a ver com as outras crianças.Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram.Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier. Nem que seja a última coisa que ele faça.A Mais Pura Verdade é uma história preciosa e surpreendente sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.
Quero ler esse livro simplesmente porque ele me pareceu muito diferente. Em meio a tantos livros de romances trágicos (que eu adoro) achei que esse se destacou por ter um tema diferente.

4- Por Lugares Incríveis

Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, Violet se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e obrigado a lidar com longos períodos de depressão, o pai violento e a apatia do resto da família.Enquanto Violet conta os dias para o fim das aulas, quando poderá ir embora da cidadezinha onde mora, Finch pesquisa diferentes métodos de suicídio e imagina se conseguiria levar algum deles adiante. Em uma dessas tentativas, ele vai parar no alto da torre da escola e, para sua surpresa, encontra Violet, também prestes a pular. Um ajuda o outro a sair dali, e essa dupla improvável se une para fazer um trabalho de geografia: visitar os lugares incríveis do estado onde moram. Nessas andanças, Finch encontra em Violet alguém com quem finalmente pode ser ele mesmo, e a garota para de contar os dias e passa a vivê-los.

Sabe os "romances trágicos" que eu acabei de falar que adoro? Então. 
5- Ligações

Georgie Mccool sabe que seu casamento está estagnado. Tem sido assim por um bom tempo. Ela ainda ama seu marido, Neal, e ele também a ama, profundamente – mas o relacionamento entre eles parece estar em segundo plano a essa altura.Talvez sempre esteve em segundo plano.Dois dias antes da tão planejada viagem para passar o Natal com a família do marido em Omaha, Georgie diz a ele que não poderá ir, por conta de uma proposta de trabalho irrecusável. Ela sabia que ele ficaria chateado – Neal está sempre um pouco chateado com Georgie –, mas não a ponto de fazer as malas e viajar sozinho com as crianças.Então, quando Neal e as filhas partem para o aeroporto, ela começa a se perguntar se finalmente conseguiu. Se finalmente arruinou tudo.Mas Georgie estava prestes a descobrir algo inacreditável: uma maneira de se comunicar com Neal no passado. Não se trata de uma viagem no tempo, não exatamente, mas ela sente como se isso fosse uma oportunidade única para consertar o seu casamento – antes mesmo de acontecer…Será que é isso mesmo o que ela deve fazer?Ou ambos estariam melhor se o seu casamento jamais tivesse acontecido?
Me apaixonei por Fangirl e Eleanor & Park da Rainbow Rowell, e não é porque Anexos me decepcionou que eu vou deixar de ler Ligações! 

Bom, gente, é só! Me desculpem mesmo pela falta de posts, mas está difícil com a escola e com esse meu bloqueio criativo. Vou tentar postar no máximo até sexta!
Vocês já leram algum desses livros?
Beijos,

domingo, 5 de abril de 2015

TAG: Meus livros, ninguém sai!

  18 comments    
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Oooi, gente! Feliz Páscoa pra vocês! Sei que sumi, mas ando sem tempo e, principalmente, sem criatividade. E o que a gente faz quando não consegue pensar em um post legal? TAG! Então resolvi fazer a "Meus livros, ninguém sai!", que já vi em vários blogs e achei divertida!Não, ninguém me indicou :p Então, vamos lá:




1- Ei, coisinha, vá devagar: aquele livro que você devorou rapidamente

GENTE, eu sei que é clichê colocar A Culpa é das Estrelas em qualquer coisa atualmente, mas a verdade é que eu li esse livro em 4 horas, então não tinha como colocar outro! E sim, amei <3












2- Eu vou me segurar aqui: um livro que te prendeu

Anjo Mecânico foi incrível, sim. Príncipe Mecânico também. Mas Princesa Mecânica foi algo de outro mundo, gente. Não conseguia parar de ler esse livro por um segundo, e foi ótimo porque li ele nas férias. E vou aproveitar essa oportunidade pra dizer que todos deviam ler essa trilogia que, na minha opinião, é melhor que Instrumentos Mortais!










3- Se eu cair, quebro minha clavícula: o livro que mais te desestabilizou emocionalmente

Esse livro me deixou destruiu emocionalmente porque... Porque... Bem, por motivos que só quem leu sabe, então vamos deixar só assim, já que ninguém gosta de spoilers, né? Mas na verdade vários livros me deixam desestabilizada emocionalmente haha. Outro que me matou foi Quem é você, Alasca?











 4- MEUS ÓCULOS, ninguém sai: o livro que você não empresta de jeito nenhum

Nem adianta pedir, porque minha coleção de 15 anos de Harry Potter, da Scholastic, eu não empresto de jeito NENHUM. Não só por ser Harry Potter, mas também porque é de capa mole e bem frágil, então, ninguém toca. Mas só pra deixar claro, também não empresto minha trilogia Peças Infernais, ou minhas cópias de Quem é você, Alasca? e A Culpa é das Estrelas, ok?









5- Juliana está DESMAIADA: o livro que te deixou com uma ressaca literária, sem poder ler outros

Depois de tanto tempo lendo livros ruins, Simplesmente Acontece me deixou TÃO feliz por conseguir me agradar, que depois que terminei, não conseguia ler mais nada, com medo de que nada fosse tão bom e tirasse aquela magia recém adquirida de livro bom, sabe?










6- Chama o SAMU: o livro que te deixou louca pela continuação

O mais frustrante é que não vai ter continuação. A Menina Mais Fria de Coldtown foi um dos livros que me decepcionou, como falei nesse post, mas o final foi TÃO frustrante e tudo que eu queria era uma continuação pra saber o que acontece. Por favor, Holly Black. Certas coisas não dá pra deixar em aberto assim. Eu preciso de um final!










8- Eu errei, viu: o livro que você achou que seria uma coisa e é outra

Nesse caso, gostei da surpresa. Ainda não entendi porque esse livro não foi traduzido, já que EU AMO! Mas pela escrita, pelo protagonista, você espera que esse livro seja algo e então, do nada, PLOT TWIST! Eu particularmente gostei, então foi um ponto positivo.











Bom, gente, é isso. Espero que tenham gostado, e prometo que da próxima vez vou pensar em um post mais criativo! Só queria dizer que a resenha de Coroa da Meia-Noite, continuação de Trono de Vidro , ainda não saiu simplesmente porque não consigo terminar o livro. Pois é. Quando conseguir, vou fazer, ok?

Beijos,