segunda-feira, 30 de março de 2015

Resultado: Sorteio "O Começo de Tudo"

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Oi, gentee! Hoje vim dar o resultado do primeiro sorteio do blog! O sorteado vai ganhar um livro "O Começo de Tudo" da Robyn Schneider.

E o vencedor é...

Denise Crivelli!

Parabéns, Denise! Já te enviei um email, e o livro será enviado o mais rápido possível! Espero que você goste muito!

Obrigada a todos que participaram, prometo fazer um novo sorteio em breve!

Beijos,

sexta-feira, 27 de março de 2015

Se você gostou desse, vai gostar de... #1

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Oi, gente!

Hoje vim introduzir um novo "quadro" (?) que vou passar a fazer aqui no blog, que eu particularmente acho muito legal! Não sei se algum outro blog faz, mas eu achei que seria uma ideia interessante, Basicamente, vou escolher um livro que provavelmente muita gente já leu, e recomendar alguns livros no mesmo estilo, que vocês podem gostar.

Hoje eu escolhi dois livros/séries: Instrumentos Mortais da Cassandra Clare, e e Apenas Um Dia da Gayle Forman, então, olhem só...

Se você gostou de Intrumentos Mortais, provavelmente vai gostar de... Peças Infernais, da mesma autora.


Eu queria evitar colocar livros dos mesmos autores, mas não consegui dessa vez. As Peças Infernais é possivelmente minha trilogia favorita, e acho muito impressionante que a maioria das pessoas tenha lido só Instrumentos Mortais. Na minha opinião, Peças Infernais é bem melhor que Instrumentos Mortais. Gosto mais dos personagens, da história, e, meu Deus, do triângulo amoroso (Will Herondale <3).

Se você gostou de Apenas Um Dia, provavelmente vai gostar de... Anna e o Beijos Francês, da Stephanie Perkins.


Apenas Um Dia é um livro muito fofo, e Anna e o Beijos Francês também. Ambos se passam em Paris (<3) e são romances fofos, com alguns momentos tensos e todo aquele clima de protagonista descobrindo quem realmente são. Eu particulamente adoro!

E então, vocês já leram algum desses livros? Comentem quais livros vocês já leram e querem que estejam no próximo quadro!

Beijos,

domingo, 22 de março de 2015

Sobre o filme de Insurgente

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Nessa quinta (19/03/15), foi a estreia de Insurgente, o segundo livro da trilogia de Divergente, baseado nos livros de Veronica Roth. Como fã dos livros, e como alguém que adorou o primeiro filme, eu estava com expectativas altas. Infelizmente, não foi incrível como eu imaginava. Antes de entrar nos spoilers, vou dizer que não é um filme horrível. Se você não leu o livro, provavelmente vai adorar. Algumas mudanças simplesmente não funcionaram pra mim, e eu gostaria que eles tivessem sido mais fiéis a história.

Aviso para os que não leram TODA a trilogia: possivelmente vão haver spoilers sobre o último livro.


Na minha opinião, o filme começou bem. Nas primeiras cenas, vemos Tris, Tobias, Peter e Caleb na Amizade, onde eles estão escondidos dos membros da Erudição. A sequência de cenas em que eles são descobertos por Eric e perseguidos até o trem foram incríveis, e muito fiéis. Pra mim, quem mais se destacou no filme foi Miles Telles, que interpretou o Peter. Ele foi maravilhoso e extremamente idiota, em um estilo bem Peter mesmo. Não gostava muito dele no livro, mas no filme achei que ele foi perfeito. Vou ser chata e dizer que senti falta daquela cena mínima e muito inútil em que eles dão o soro da paz pra Tris e ela fica toda alegrinha, mas, ah, era uma cena divertida que eu queria ter visto.

Tenho que dizer que não lembrava muito de Insurgente, pois li há mais de dois anos e não reli, já que ele não era meu favorito. Então, achei a sequência de acontecimentos bem confusa, e fiquei um pouco perdida tentando lembrar o que realmente acontecia, e o que eles estavam inventando.


A parte em que eles encontram os sem-facção foi boa, mas me incomodou o fato da Evelyn parecer ter a idade do Four. A Naomi Watts tem 46 anos, enquanto o Theo James tem 30. Achei que eles deviam ter feito uma maquiagem nela, ou algo do tipo, mas, bem, esse não é exatamente o foco, não é?

Talvez esse seja o momento em que todos vocês comecem a atirar pedras em mim, mas eu não gosto do Theo como Four. Não acho ele bonito, e não acho que ele interpretou o personagem da maneira certa. Isso já tinha me incomodado em Divergente, e foi ainda pior em Insurgente. E vou dizer de uma vez que achei todas as cenas Fourtris muito bregas e completamente fora da personalidade dos personagens.

Sinceramente, achei o filme todo com um quê de breguisse. O jeito como foi filmeado, as cenas, as falas... tudo foi um pouco ridículo pra mim, e em alguns momentos, cenas que eram para serem sérias ou emocionais, ficaram cômicas. Eu ri. E não só eu, mas todo o cinema.

Outra coisa que eu não gostei foi o excesso de tecnologia. O mundo deles não é tão tecnológico assim e pra mim coisas como aquele... detector (?) de divergentes que mostra qual a facção de cada pessoa, não faz sentido algum. As pessoas podem escolher sua facção, uma diferente daquela que o teste mandou. E então, o que o detector mostraria? A que ela escolheu, ou o resultado do teste? É algo insignificante, eu sei. Mas também é desnecessário.


Agora, com relação àquela caixa. Não gostei, e vocês devem estar me achando uma chata, porque parece que eu não gosto de nada. Eu sei que devem haver mudanças de um livro para um filme, e eu apoio. Apoio, quando as mudanças são necessárias, quando elas fazem sentido, e melhoram a história. O conceito da caixa é interessante, e foi bem executado, mas ela levou a história para um lado que eu não gosto. Jeanine já sabia da mensagem, e ela não queria que ela fosse divulgada. Por a mensagem ser algo que devia ser transmitido quando houvesse muitos divergentes, ela queria acabar com todos eles. E por isso ela fez experimentos com a mente da Tris. Por isso houve um conflito. Para que algo seja introduzido, tem que fazer sentido, e, pra mim, essa caixa não fez.

Achei também que faltou explorar mais os outros personagens, como Uriah, Marlene, Lynn, Christina e sim, Caleb. Em geral, o aspecto dramático e emocional da história foi deixado de lado. No livro, a Tris mal consegue pegar um arma por causa da morte do Will, e a relação dela com a Christina é muito importante, enquanto no filme, essas duas coisas foram mencionadas, mas não tiveram muita importância.

E, para terminar a minha lista de desagrados, prometo, tenho que dizer que odiei o final. Ao receber a mensagem, todos deixam o que estão fazendo, os portões se abrem, e eles estão indo embora. Como assim? As coisas não se resolvem dessa maneira. Evelyn nunca deixaria que todos que agora estavam, teoricamente, em seu poder simplesmente fossem embora. Além disso, o nome Edith Prior nunca foi mencionado, e isso é muito importante em Convergente. E não houve um gancho para o próximo filme, foi como se tudo estivesse resolvido. Nesse passo, fico me perguntando se eles realmente vão matar a Tris, já que tudo está tomando um rumo completamente diferente.


Bom, eu gostei (sim, eu gostei de alguma coisa.) da cena do soro da verdade. Achei que a Shailene interpretou super bem o quanto a Tris estava mal por dentro, e foi um dos únicos momentos realmente emocionantes do filme.

Se você gostou do filme, fico muito feliz, de verdade. Eu queria ter gostado. Sinto que se eu não tivesse lido o livro, eu teria gostado. Meus amigos que não leram gostaram muito, então, acredito que foi um filme bem comercial.

Espero de verdade que eles sejam mais fiéis em Convergente. Eu amo essa série, e amo a mensagem que ela tem pra passar, sua essência, e me mata que mudanças idiotas em filmes façam com que ela signifique menos.

E vocês, o que acharam?
Beijos,


PS: Tem sortei acontecendo no blog! Para participar, clique aqui.

domingo, 15 de março de 2015

Resenha + Sorteio: O Começo de Tudo

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O garoto de ouro Ezra Faulkner acredita que todo mundo tem uma tragédia esperando ali na esquina – um encontro fatal depois do qual tudo o que realmente importa vai acontecer. Sua tragédia particular esperou até que ele estivesse preparado para perder tudo de uma vez: em uma noite espetacular, um motorista imprudente acabou com a perna de Ezra, com sua carreira no esporte e com sua vida social. Depois que perdeu o favoritismo ao posto de rei do baile, Ezra agora almoça na mesa dos losers, onde conhece Cassidy Thorpe. Cassidy é diferente de qualquer pessoa que Ezra tenha encontrado antes – melancólica e com uma inteligência mordaz. Juntos, Ezra e Cassidy descobrem flash mobs, tesouros enterrados e um poodle que talvez seja a reencarnação do Grande Gatsby. À medida que Ezra mergulha nos novos estudos, nas novas amizades e no novo amor, aprende que algumas pessoas, assim como os livros, são difíceis de interpretar. Agora, ele precisa considerar: se uma tragédia já o atingiu, o que poderá acontecer se houver mais infortúnios? 'O Começo de Tudo' é um livro poético, inteligente e de cortar o coração sobre a dificuldade de ser o que as pessoas esperam, e sobre começos que podem nascer de finais trágicos.
Ezra Miller é um garoto popular, joga tênis, namora a garota mais popular da escola e tem o tipo de vida perfeita, até que sofre um acidente que acaba com sua perna, e ele perde tudo que tinha. Ele já não se sente bem perto de seus antigos amigos, e passa a se sentar na mesa dos perdedores, onde conhece Cassidy Thorpe. Cassidy é estranha, inteligente, misteriosa e fascinante, e não demora muito para que ela e Ezra comecem a se aproximar.

De maneira alguma esse livro é ruim, não me entendam mal. Só acho que não é um livro para todos, e não foi um livro para mim. Acho que simplesmente não captei aquela essência do livro, aquilo que faz o livro ter algum significado. Então, pra mim, foi um livro bom, bem escrito, engraçado em certos momentos, com um romance legal e aquele toque de tragédia. Porém, nada que vá me fazer lembrar dele em momentos aleatórios da minha vida.

Os personagens foram bem construídos, e pareciam reais. Gostei particularmente dos antigos amigos de Ezra (bom, não gostei realmente deles, mas de como eles foram feitos.). As vezes em situações como a de Ezra, é comum que os amigos o rejeitem e o excluam e eu, por algum motivo, não consigo acreditar. As pessoas são mesmo assim tão más? Sim, talvez sejam, mas as vezes, tudo está na cabeça do "excluído". Nesse caso, estava na cabeça de Ezra. Se ele quisesse permanecer no grupo de amigos antigo, ele poderia. Mas as experiências mudam as pessoas, física e mentalmente, e também mudam o seu jeito de ver os outros. Ezra fez a escolha de não pertencer mais àquele grupo, pois ele já não se encaixava. Ele não foi mandado embora.

Cassidy era intrigante de todas as maneiras, mas me lembrou um pouco de Margo Roth Spiegelman, de Cidades de Papel e, apesar de ser completamente apaixonada por esse livro, odeio esse tipo de personagem/garota. Nunca deixo de gostar de um livro simplesmente porque um personagem me irritou (a não ser que seja o principal), mas ela me irritou. E muito, por motivos que eu nem mesmo sei explicar. 

O enredo é muito simples, e a leitura flui bem. Não é o tipo comum de livro YA, é algo completamente novo e independente, que não segue nenhum tipo de moda ou receita pronta, e a autora fez muito bem ao resolver sair da zona de conforto. 



“Querendo saber no que as coisas se transformam quando já não precisava mais delas, o que o futuro reservaria assim que tivéssemos passado por nossa tragédia pessoal e, no final das contas, fosse comprovada a nossa capacidade de sobrevivência.”

Então, gente, resolvi fazer uma boa ação e sortear a minha cópia desse livro. Ela está em ótimas condições, e eu fui a única que li, e tomei conta direitinho, viu? Resolvi sortear pelo simples motivos de que quero que alguém aproveite esse livro muito mesmo, o suficiente para mim e pra você, já que eu não consegui.
a Rafflecopter giveaway


Para participar é só se inscrever no formulário do Rafflecopter aí em cima, seguir o blog e deixar um comentário pertinente nesse post! A única regra obrigatória é seguir, mas você pode ter mais chances se comentar também!

Se eu fosse vocês eu participava, viu? Haha! Digo isso porque o blog ainda não é muito conhecido, então as chances de ganhar são teoricamente maiores já que são menos inscritos.

Bom, é isso, espero que gostem!
Beijos,



sexta-feira, 13 de março de 2015

Quote do dia #6

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quarta-feira, 11 de março de 2015

Resenha: Trono de Vidro

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Nas sombrias e sujas minas de sal de Endovier, um jovem de 18 anos está cumprindo sua sentença. Celaena é uma assassina, e a melhor de Adarlan. Aprisionada e fraca, ela está quase perdendo as esperanças quando recebe uma proposta. Terá de volta sua liberdade se representar o príncipe de Adarlan em uma competição, lutando contra os mais habilidosos assassinos e larápios do reino. Endovier é uma sentença de morte, e cada duelo em Adarlan será para viver ou morrer. Mas se o preço é ser livre, ela está disposta a tudo.
Gente, aconteceu. Finalmente, um livro que eu consegui amar.

Trono de Vidro conta a história de Celaena Sardothien, a melhor assassina de Adarlan, que foi capturada e mandada para as minas de Endovier, uma prisão para os piores vilões. Até que o príncipe herdeiro, Dorian Halliviard, a escolhe como sua campeã para participar de uma competição para se tornar a assassina oficial do rei e, depois de alguns anos de serviço, finalmente ter sua liberdade.

Ouvi tanto sobre esse livro, e ainda assim estava insegura em lê-lo (mas, honestamente, eu ando relutante em ler qualquer livro que não seja uma escolha óbvia de aproveitamento.). Admito que o comprei por impulso. Sim, estava na lista de livros para 2015 , mas naquele momento, o interesse era nulo mesmo. Mas eu precisava de um livro, e ele estava em mãos. E, aleluia, não me arrependi de maneira alguma.

Tinha comentado em algum post passado que queria um livro que me fizesse sentir algo. Seja medo, alegria, tristeza, qualquer coisa, realmente. E não é incrível quando você espera o mínimo, e ganha o máximo? Senti tudo com esse livro. Tudo.

Celaena tem que ser um destaque no livro, não somente por ela ser a protagonista, mas por ser simplesmente uma personagem maravilhosamente bem construída, incrível, e diferente da maioria dos outros livros. Apesar de tudo que ela passa, ela supera. E a cada situação difícil, ela supera. Ela é forte, corajosa, e uma mulher incrível (adjetivo do dia: incrível). Já admiro esse tipo de pessoa na vida real, e ela me encantou completamente.

Os outros personagens também não decepcionam. Apesar de não gostar muito dela, achei que a princesa Nehemia trouxe um novo ponto de vista para o livro, além de, claro, ser uma das únicas companhias femininas de Celaena. Mesmo os vilões tinham bons motivos para serem vilões. E gostei que a autora trocava de ponto de vista as vezes, então pudemos ter a visão de diversos personagens, o que me deixou mais interessada na história.

Agora, sobre o triângulo amoroso. Sei que muita gente não gostou, mas, não joguem pedras, eu gostei bastante, viu? Achei que fez sentido, não foi forçado. Mesmo porque o romance não é o foco da história. Gosto de Dorian, apesar de ele ser o clichê príncipe-que-não-quer-ser-príncipe-e-tem-problemas-com-o-papai, achei que ele deixou uma atmosfera pesada mais leve. Já Chaol... Bom,antes de perguntarem sobre toda aquela coisa de team, já oficializo, sou Team Chaol. Apesar de não sabermos muito sobre ele, sinto que o relacionamento dele e Celaena é mais natural, foi melhor desenvolvido, e ainda tem muito que evoluir nos próximos livros. E eu gosto de relacionamentos que se desenvolvem (Percy&Annabeth, Rony&Hermione, Simon&Isabelle...).

Além de tudo isso, gostei demais do enredo. Toda a atmosfera de competição, me lembrou de Harry Potter e o Cálice de Fogo, o que foi legal. Pra mim, tudo fez sentido. tudo foi perfeitamente explicado e desenvolvido, ainda deixando um gancho para os próximos livros. A autora criou um universo diferente, e ainda há tanto o que se explorar, e eu estou feliz que essa série vai ter pelo menos cinco livros.


Tenho que dizer que uma das únicas coisas que me incomodou um pouco, foi a escrita. O livro é, sim, bem escrito. Inclusive marquei no livro uma das minhas cenas favoritas em que Celaena está tocando o piano e a autora faz uma descrição maravilhosa disso. Eu tocava piano, então apreciei muito ela não ter simplesmente dito "Ela começou a tocar o piano. Ponto". Porém, achei algumas falar um pouco bregas, além de a autora fazer muito uma coisa que não sei se tem um nome, ou um estilo certo, mas algo do tipo:

Ela abriu a porta e viu que estava destrancada. E lá dentro, ela viu. Ela viu... e era, era...

Uma espada reluzente, incrustada de pedras de rubi brilhando sob a luz do luar

Sabem o que eu quero dizer? Esse suspense óbvio me encomoda. Prefiro uma narrativa mais contínua, sem esse tipo de coisa, mas, claro, pode ser só eu.

Com relação a solução dos problemas, era tão óbvio que eu já tinha descartado, e por ser óbvio, quando descobri, fiquei surpresa.

Bom, gente, no todo, achei um livro muito bom mesmo. Até me dei alguns dias para ver se eu continuava pensando sobre a história, se eu continuava empolgada com o próximo livro, antes de comprá-lo. E já se passaram mais de dois dias, e finalmente me permiti encomendar Trono de Vidro - Coroa da Meia Noite.

Sites para compra: 

Saraiva
Submarino
Livraria Cultura


Recomendo à todos que gostam de um bom livro fantástico, de séries ou protagonistas fortes.
Vocês já leram? Comentem!
Beijos,

terça-feira, 10 de março de 2015

Playlist de Março!

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Oi, gente! Já faz muuuito tempo desde que fiz a primeira playlist aqui (faz tempo, foi em dezembro, no comecinho do blog!) e resolvi fazer outra hoje, porque ando escutando essas músicas repetidamente já que, como eu disse no post sobre organizar os estudos (muitos links hoje), eu estudo ouvindo música e estudar é a única coisa que eu ando fazendo ultimamente. Vamos lá:

1- Half of My Heart - John Mayer


2- Born and Raised - John Mayer


3- I'm Not the Only One - Sam Smith


4- Let Her Go - Passenger


5- Simple as This - Jake Bugg


6- Who Says - John Mayer


7- America - Imagine Dragons


8- Shots - Imagine Dragons


9- Pretty Girl From Michigan - The Avett Brothers


10- Sky Full of Stars - Coldplay


11- All I Want - Kodaline


12- People Help the People - Birdy



13- I Won't Give Up - Jason Mraz


14- High Hopes - Kodaline


   (Não, eu não me canso dessa música)

Espero que gostem da Playlist!
Beijos,

domingo, 8 de março de 2015

Dia da Mulher: Top 5 Personagens Femininas



Oi, gente! Feliz dia da mulher! Hoje vim fazer um post em homenagem a tooodas as mulheres do mundo! Resolvi falar de algumas personages de alguns dos meus livros favoritos que me inspiram de alguma maneira, na esperança de que elas inspirem vocês também. Apesar de já termos conquistado muito, ainda tem muito machismo por aí. E, honestamente, toda mulher deve ser feminista, e lutar pelo respeito da sociedade, não é? Talvez esse post fique um pouco longo mas é pra durar o resto da semana já que provavelmente não vou ter tempo pra postar mas vamos lá:

1- Tris Prior (Divergente)



E tem como fazer uma lista dessas sem falar de Tris Prior? Se você leu Divergente, sabe do que eu estou falando. Não existe no mundo mulher tão corajosa como a Tris, e ainda assim, tão humana. Ela não é destemida, mas enfrenta seus medos e os controla, para usá-los a seu favor. Tenho que dizer que a odiava em Divergente, mas o seu desenvolvimento ao longo da série é tão impressionante, que ela se tornou uma das minhas personagens favoritas. 

2- Hermione Granger (Harry Potter)




Ah, Hermione. Livros, inteligência, e muita paciência para aguentar o Harry e o Rony. Inocência e gentileza. São tanto adjetivos para descrevê-la, porque nenhum completamente captura sua essência de inspiração para todos nesse mundo. A inteligência e o amor pelo conhecimento não é uma vergonha, mas sim um orgulho.

3- Isabelle Lightwood (Os Instrumentos Mortais)



Linda, diva, maravilhosa Isabelle sabe muito bem que você pode ser uma guerreira, e ainda assim, inteiramente feminina. Ser uma mulher não te limita. Pelo contrário, ela luta bem melhor que qualquer homem por aí e não tem vergonha disso.

4- Tessa Gray (As Peças Infernais)



Tessa só precisa de um livro e muita coragem para ser a heroína que ela sempre desejou ser. Ela sabe exatamente o que precisa fazer,e não hesita quando ter que ser feito, Talvez a única personagem que consegue ser ao mesmo tempo racional, e extremamente impulsiva.

5- Celaena Sardothien (Trono de Vidro)



Ainda nem terminei Trono de Vidro e já acho que todas as mulheres do mundo deviam ser como Celaena Sardothien só que não assassina e nem com esse nome complexo. Ao mesmo tempo letal e vulnerável, ela é uma mulher completa, realista e muito talentosa, inteligente e inspiradora.

Bom, gente, é isso. Espero que tenham gostado e espero que se inspirem.
De novo, feliz dia da mulher para todas nós!
Beijos,



segunda-feira, 2 de março de 2015

Livro x Filme: Simplesmente Acontece


O livro

Li Simplesmente Acontece no final do ano passado e me apaixonei imensamente pela história, pelos personagens, por tudo, tudo. Apesar de o livro ser escrito apenas no formato de cartas, mensagens e outros tipos de comunicação escrita, o que achei que não ia gostar, acabei me envolvendo do mesmo jeito que teria se fosse uma narrativa no formato de prosa.



O livro fala de Rosie Dunne e Alex Stewarts, dois jovens ingleses que são melhores amigos desde crianças. Os dois planejam ir para Boston estudar assim que terminarema escola, mas alguns imprevistos impedem Rosie de ir, e Alex acaba se mudando sozinho.

A história se passa em muitos anos, muitos mesmo. Vemos os primeiros bilhetes trocados quando Alex e Rosie tem apenas quatro anos, e, se não me engano, o livro termina quando eles têm cinquenta e poucos anos. Então, crescemos, literalmente, com os personagens.

A medida que o livro se passa, percebemos a intensidade dos sentimentos de um pelo outro, que obviamente passam de amizade. Acompanhamos a história de uma vida cheia de desencontros, conflitos, momentos tristes e felizes, nunca completos se Rosie está sem Alex, ou Alex sem Rosie.

Originalmente publicado com o título Onde Terminam os Arco-íris, o livro de Cecelia Ahern me conquistou completamente ao me mostrar, pessoalmente, que a vida não acaba aos 30 anos, ou depois de você ter um filho, ou depois de se casar. Sonhos devem ser perseguidos independente da idade, e as vezes eles demoram, sim, para se realizar, e isso nào quer dizer que você deva desistir.

O filme



No filme, Lily Collins interpreta Rosie, e Sam Claflin, Alex. Quando fui descobrir sobre o filme, isso já havia há muito sido decidido, então nem tinha o que argumentar, ou alguém diferente para sugerir. De qualquer maneira, amei todos os atores. Achei que eles realmente incorporaram de maneira linda os personagens, e suas personalidades ficaram óbvias.

Nós éramos inseparáveis, constantemente sendo separados.

Ah, gente, o que posso dizer sobre esse filme? Foi a primeira vez que chorei em um final feliz. A energia do livro foi captada perfeitamente no filme, e a história é tão maravilhosa, perfeita, envolvente e emocionante quanto.

A trilha sonora é incrível. Inclusive, foi por causa do trailer que descobri minha banda favorita atualmente, Kodaline (eles cantam High Hopes, aquela música que me conquistou na primeira vez que ouvi.). Algumas músicas são mais antigas, mas se encaixaram perfeitamente no clima de cada cena. Perfeito, perfeito.

Vale falar que eles mudaram algumas coisas, mas isso não me incomodou. Achei válidos eles mudarem algumas coisas, e tirarem outras, mesmo por que muita coisa acontece. Afinal, é a história de uma vida, né?


Recomendo muito tanto o livro quanto o filme, porque amei igualmente os dois, e amei muito. Leia o livro, depois veja o filme, depois releia o livro e faça isso mais mil vezes, porque vale a pena. Vou deixar o trailer, e alguns sites para vocês comprarem o livro:





Beijos,